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25 de mar de 2014

O Brasil para Iniciantes.


Texto e imagem retirados de: http://www.jb.com.br/opiniao/noticias/2014/03/24/o-jornal-do-brasil-e-a-fifa/ 25/03/2014 – 18h37.

1: Sim nem sempre significa “sim”
Os brasileiros são um povo receptivo e otimista, e eles nunca começam uma frase com “não”. Há vários sentidos para a palavra “sim”. De fato, para os brasileiros, “sim” pode significar “talvez”. Se alguém lhe disser “eu ligo de volta”, não espere que o telefone toque nos cinco minutos seguintes.

2: O tempo é flexível
A pontualidade não é exatamente uma ciência no Brasil. Quanto você combina de encontrar alguém, ninguém espera que você esteja no local na hora exata. Um atraso de 15 minutos é a norma. Se duas pessoas marcam um encontro às 12h30, elas vão se ver a partir das 12h45.

3: Contato físico
Homens e mulheres não estão acostumados com o modo europeu de manter uma distância educada entre si. Eles falam com as mãos e não hesitam em tocar a pessoa com a qual conversam. Nas casas noturnas, isso pode até resultar num beijo, mas não se deve levar a mal. Um beijo, no Brasil, é só uma forma descontraída de comunicação não verbal, não um convite para algo mais.

4: Filas
Esperar pacientemente na fila não está no DNA dos brasileiros. Quando eles vão subir numa escada rolante, por exemplo, não existe o costume britânico de se alinhar em um dos lados. Em vez disso, preferem o caos. Mas, de algum modo, conseguem chegar ao topo (frequentemente).

5: Contenção
Se você for a uma churrascaria que oferece tudo-o-que-há-para-comer e se quiser provar imediatamente toda a variedade de carnes, lembre-se de duas coisas: de não se alimentar nas 12 horas anteriores e de comer em pequenas porções, já que a melhor carne é geralmente servida por último.

6: Prevalência do mais forte
Nas ruas, os pedestres são claramente ignorados, e, mesmo nas faixas de segurança, dificilmente um motorista vai parar. O direito de ultrapassagem dos motoristas é simplesmente definido pelo veículo maior.

16 de mar de 2014

A soma e o Resto por Fernando Henrique Cardoso.


Tudo aquilo que acrescenta conhecimento e nos traz a noção de coisas boas devemos compartilhar. 
Dito isso, compartilharei com você frases, pensamentos que considerei como coisas boas ditas e escritas por aquele que considero um dos maiores estadistas desse país, e sem dúvida, uma personalidade conhecida como cidadão do mundo. 
São frases e relatos colhidos do livro A Soma e o Resto: Um olhar sobre a vida aos 80 anos – de Fernando Henrique Cardoso em depoimento a Miguel Darcy de Oliveira, Editora Civilização Brasileira - 6ª. Edição 2012, uma verdadeira primavera intelectual.

“Sou cartesiano, mas com pitadas de candomblé. Acasos, acidentes, escolhas, capacidade para assumir riscos... os pontos de inflexão na minha trajetória são um misto de tudo isso”.

EXÍLIO E DESCOBERTA DA AMÉRICA LATINA.
“Todo exílio é uma terrível violência emocional. Fui posto para fora do pais pelos militares e pelo Exército, que para mim era com se fosse a família, nunca um poder agressor” Página 29.
“Construímos as bases de uma resistência democrática, forçando os limites. Foi uma aposta na esperança. Política não é a arte do possível. É a arte de criar as condições para tornar o possível o necessário”. Página 35.

SONHO E REALIDADE.
“As utopias existem. Com o passar do tempo os sonhos vão mudando. Não dá para fazer tudo, a vontade não é lei, mas isso não é razão para se ficar conformado”. Página 41.
“Se o mundo não mudou como imaginávamos nos nossos sonhos, as sociedades melhoraram. O mundo de hoje não é pior do que o do passado. É diferente”. Página 45.

MUDAR O BRASIL.
“Uma grande força de renovação do Brasil está nos setores populares e médios que escapam do clientelismo estatal. Esse espírito novo está longe do dia a dia mesquinho da política congressual”. Página 50.

A JUSTIÇA COMO NOVA GRANDE NARRATIVA.
“Há um divórcio crescente entre sociedade e política. O sistema político está em crise e a sociedade está criando novas formas de participação. Mas os dois processos correm em paralelo”. Página 63.

CARTESIANO COM PITADAS DE CANDOMBLÉ.
“Tem gente que se diz progressista e é conservadora. Tem medo de mudar. O novo para mim é uma mudança de cabeça, é a sociedade que avança sem ser controlada por um partido ou pelo Estado”. Página 70.

UMA NOVA SOCIEDADE: MENOS ORGANIZADA MAIS CONECTADA.
“É a emergência do novo que move a sociedade. Não estamos repetindo o passado nem seguindo modelos de fora. Algo original está sendo gerado aqui e agora”. Página 83.

“Para o PT, os social-democratas eram traidores. Para o PSDB, os petistas eram totalitários. Ambos estavam defasados da realidade”. Página 88.

“No Passado a identidade de um indivíduo vinha do pertencimento a uma instituição. Hoje cada um pensa e decide por si. A solidariedade é virtual e variável”. Página 96.

10 de mar de 2014

Exemplo de Democracia.


Vídeo retirado do Youtube, endereço aqui: http://www.youtube.com/watch?v=dcAPljiOB7I .
Enquanto a maioria deleita-se apenas com "joguinhos", "fotinhas", redes sociais e outras "bobeirinhas", assuntos sérios internos e mesmo mundiais passam por nós sem a devida atenção! 
Devemos refletir sempre! 
Como o nosso Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) não está nem aqui e nem lá, quatro senhores cuja formação, linha de pensamento em nada lembram o popularesco, o comum, o óbvio, o corriqueiro resolveram traçar algumas linhas que tornou-se um manifesto bem elaborado e repleto de verdades que alguns preferem não enxergar.
Nós, abaixo assinados, Oscar Arias Sánchez, Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Lagos e Alejandro Toledo,concordamos em formular a seguinte declaração conjunta:
Temos observado com preocupação e alarme os acontecimentos que vêm ocorrendo na Venezuela durante as últimas semanas. Manifestações estudantis de protesto pacífico contra as políticas do governo, fato normal em qualquer sociedade democrática, têm sido objeto de uma repressão desmedida por parte das forças de segurança e de ataques por parte de grupos armados ilegais que alguns meios de comunicações vinculam com partidos políticos no governo.
Estes fatos estão na origem de uma alarmante escalada de violência e de uma rápida deterioração da situação dos direitos humanos no país.
A violência já custou a vida de várias pessoas atingidas por balas; estudantes presos declararam publicamente terem sido submetidos a torturas e tratamento desumanos e degradantes por parte das autoridades; a imprensa independente tem sido perseguida e dificuldades foram criados para impedir que os meios de comunicação informem sobre os acontecimentos, incluindo a retirada do ar de um canal internacional de televisão e ameaças de fazer o mesmo com outro, agressões físicas a jornalistas e limitações à aquisição de papel para a imprensa escrita.
Numerosos estudantes presos estão sob a ameaça de processos penais; o senhor Leopoldo López foi sumariamente privado de liberdade
Além disso, o protesto cívico e da oposição democrática tem sido criminalizado. Numerosos estudantes presos estão sob a ameaça de processos penais; o senhor Leopoldo López, líder de um partido de oposição, foi sumariamente privado de liberdade e acusado, por motivos políticos, de diversos delitos. Outros líderes democráticos também têm sido submetidos a perseguições judiciais por razões políticas.
Condenamos estes fatos e instamos o Governo venezuelano e todosos partidos e atores políticos a estabelecer um debate construtivo no marco de referência dos princípios democráticos universalmente reconhecidos, tal como definidos na Carta Democrática Interamericana.
Fazemos um apelo especial ao governo para que contribua para a criação, sem demora, das condições propícias para esse debate, com uma agenda compartilhada e sem exclusões. Para tanto é imperativo que se ponha fim de imediato à perseguição contra os estudantes e os líderes da oposição, colocando em liberdade o senhor Leopoldo López e todos os demais detidos ou perseguidos por razões políticas. Faz-se também necessária a condução de uma investigação independente e transparente sobre as denúncias de torturas e outras violações de direitos humanos. Devem cessar as restrições e hostilidades impostas à imprensa independente, o que inclui o restabelecimento do sinal do canal internacional de televisão bloqueado pelo governo.
É igualmente necessário que as manifestações de protesto dos partidos de oposição e de outras organizações sejam conduzidas de forma pacífica, como ocorre nas sociedades democráticas e com o respeito devido ao mandato das diferentes autoridades do país, nos termos definidos pela Constituição venezuelana.
Na condição de amigos da democracia venezuelana, confiamos que esse país será capaz de superar a extrema polarização e a intolerância que dominaram a cena política nos últimos anos – males que minaram a eficácia dos mecanismos internos de debate democrático e a confiança na independência e imparcialidade de numerosas e relevantes instituições. Ao mesmo tempo, fazemos um chamamento à comunidade internacional para que se junte a um esforço concertado em prol do fortalecimento da democracia e da preservação da paz na Venezuela.
5 de março de 2014

9 de mar de 2014

Ela Fala pelo Brasil.


Ela ri do que???

 Link:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,ela-fala-pelo-brasil,1134754,0.htm-07/03/2014-19h58.

Até mesmo o lusófono presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, deve ter tido sérias dificuldades para entender os dois discursos da presidente Dilma Rousseff proferidos em Bruxelas a propósito da cúpula União Europeia (UE)-Brasil. Não porque contivessem algum pensamento profundo ou recorressem a termos técnicos, mas, sim, porque estavam repletos de frases inacabadas, períodos incompreensíveis e ideias sem sentido.

Ao falar de improviso para plateias qualificadas, compostas por dirigentes e empresários europeus e brasileiros, Dilma mostrou mais uma vez todo o seu despreparo. Fosse ela uma funcionária de escalão inferior, teria levado um pito de sua chefia por expor o País ao ridículo, mas o estrago seria pequeno; como ela é a presidente, no entanto, o constrangimento é institucional, pois Dilma é a representante de todos os brasileiros – e não apenas daqueles que a bajulam e temem adverti-la sobre sua limitadíssima oratória.

Logo na abertura do discurso na sede do Conselho da União Europeia, Dilma disse que o Brasil tem interesse na pronta recuperação da economia europeia, “haja vista a diversidade e a densidade dos laços comerciais e de investimentos que existem entre os dois países” – reduzindo a UE à categoria de “país”.

Em seguida, para defender a Zona Franca de Manaus, contestada pela UE, Dilma caprichou: “A Zona Franca de Manaus, ela está numa região, ela é o centro dela (da Floresta Amazônica) porque é a capital da Amazônia (…). Portanto, ela tem um objetivo, ela evita o desmatamento, que é altamente lucrativo – derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo (…)”. Assim, graças a Dilma, os europeus ficaram sabendo que Manaus é a capital da Amazônia, que a Zona Franca está lá para impedir o desmatamento e que as árvores são “plantadas pela natureza”.

Dilma continuou a falar da Amazônia e a cometer desatinos gramaticais e atentados à lógica. “Eu quero destacar que, além de ser a maior floresta tropical do mundo, a Floresta Amazônica, mas, além disso, ali tem o maior volume de água doce do planeta, e também é uma região extremamente atrativa do ponto de vista mineral. Por isso, preservá-la implica, necessariamente, isso que o governo brasileiro gasta ali. O governo brasileiro gasta um recurso bastante significativo ali, seja porque olhamos a importância do que tiramos na Rio+20 de que era possível crescer, incluir, conservar e proteger.” É possível imaginar, diante de tal amontoado de palavras desconexas, a aflição dos profissionais responsáveis pela tradução simultânea.

Ao falar da importância da relação do Brasil com a UE, Dilma disse que “nós vemos como estratégica essa relação, até por isso fizemos a parceria estratégica”. Em entrevista coletiva no mesmo evento, a presidente declarou que queria abordar os impasses para um acordo do Mercosul com a UE “de uma forma mais filosófica” – e, numa frase que faria Kant chorar, disse: “Eu tenho certeza que nós começamos desde 2000 a buscar essa possibilidade de apresentarmos as propostas e fazermos um acordo comercial”.

Depois, em discurso a empresários, Dilma divagou, como se grande pensadora fosse, misturando Monet e Montesquieu – isto é, alhos e bugalhos. “Os homens não são virtuosos, ou seja, nós não podemos exigir da humanidade a virtude, porque ela não é virtuosa, mas alguns homens e algumas mulheres são, e por isso que as instituições têm que ser virtuosas. Se os homens e as mulheres são falhos, as instituições, nós temos que construí-las da melhor maneira possível, transformando… aliás isso é de um outro europeu, Montesquieu. É de um outro europeu muito importante, junto com Monet.”

Há muito mais – tanto, que este espaço não comporta. Movida pela arrogância dos que acreditam ter mais a ensinar do que a aprender, Dilma foi a Bruxelas disposta a dar as lições de moral típicas de seu padrinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Acreditando ser uma estadista congênita, a presidente julgou desnecessário preparar-se melhor para representar de fato os interesses do Brasil e falou como se estivesse diante de estudantes primários – um vexame para o País

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