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27 de out de 2013

50 blogues em tom de Cinza.


Imagem retirada da internet, link aqui
Definição de blogue: São páginas da internet onde regularmente são publicados diversos conteúdos, como textos, imagens, músicas ou vídeos, tanto podendo ser dedicados a um assunto específico como ser de âmbito bastante geral. Podem ser mantidos por uma ou várias pessoas e têm normalmente espaço para comentários dos seus leitores. Blogueiro é o nome dado a quem publica num blog e blogosfera é o conjunto de blogs. 

Li em um blogue outro dia um post que me chamou a atenção, no texto em questão, o autor dizia que “blogar não é copiar texto”. Concordo em termos.  Mas entendo que há todo um contexto por trás disso, e como nada é absoluto, resolvi elaborar esse post. Gosto de escrever montei o blogue para isso, porém, depois de um tempo escrevendo tudo ficou digamos... "cinza".

Notei que por mais que me esforçasse as pessoas não se "moviam". Muitas visitas ao blogue aconteciam atrás de “likes”, outras para amealhar seguidores. A blogosfera é assim.

Nessa jornada encontrei muito poucos blogueiros com espírito investigativo, querendo prestar um bom, ou mesmo algum serviço à sociedade. Resolvi dar um tempo.

Já lia ótimos artigos (na minha opinião) de pessoas que realmente tinham algo interessante a dizer, e não é só isso, eram “ouvidas” ou melhor, lidas por muitos outros resolvi iniciar outra etapa, reproduzindo neste blogue aquilo que lia em publicações conceituadas por esse nosso Brasil afora. Isso em nada me desqualifica, ou mesmo esse blogue, até porque as notícias/artigos escolhidos são a “cara” e o coração do Cidadão.

Quando o criei como já disse várias outras vezes, eu queria que ele tivesse essa cara investigativa e mostrasse toda indignação do cidadão comum, aquele que paga seus impostos e se escandaliza com tanta sacanagem estampada todos os dias nos noticiários. E isso para todos de boa fé deve trazer uma profunda tristeza.

Não podemos ser taxativos, uníssonos, nem tão pouco soberbos a ponto de dizer o que deve ou não ser publicado pelos outros, devemos apenas e tão somente preocupar-nos com a “linha” editorial do nosso blogue. 

19 de out de 2013

O Cachorro oculto por trás de cada criança.

Cachorro oculto atrás de cada criança, reproduzido na internet originalmente aqui.

Caso você consiga ouvir tudo, tenha um pouco mais de estômago e leia a legenda.


Escrito por Augusto Nunes. Direto ao Ponto.

Imagem retirada da internet, link aqui

Como a oposição parece achar que não se bate em mulher nem com palavras, Dilma inaugura até casas sem água e sem luz  Escrito por Augusto Nunes – direto ao ponto – Veja.


Confrontados com a notícia de que Dilma Rousseff anda enxergando um cachorro oculto atrás de cada criança brasileira, os craques do duelo retórico que desapareceram da paisagem política teriam demolido a usina de maluquices com meia dúzia de frases de grosso calibre. Um Carlos Lacerda, por exemplo, provavelmente sugeriria que a chefe de governo dedicasse ao exame dos incontáveis problemas reais o tempo que desperdiça em visões mediúnicas. Um Jânio Quadros talvez perguntasse se os cães também são distribuídos de acordo com as classes sociais ou se a presidente já viu um galgo afegão seguindo um pequeno favelado (ou vira-latas escoltando a filharada da elite golpista).
Para sorte de Dilma, a Era da Mediocridade transformou numa espécie em extinção a tribo dos bons de briga, ágeis no raciocínio e rápidos no gatilho ─ o antagonista mal acabara de disparar uma bala bêbada e lá vinha o revide imediato, certeiro, letal. Em vez de Lacerda, Jânio e tantos outros que nunca negavam fogo, que jamais deixavam de apanhar a luva atirada pelo desafiante, o neurônio solitário lida com adversários exemplarmente gentis, que insistem em valsar com quem só dança quadrilha. Previsivelmente, os candidatos à Presidência não abriram a boca sobre a história do cachorro oculto.
Poupada de merecidíssimas lambadas, é natural que Dilma tenha desembarcado em Itajubá, dois dias depois da discurseira alucinada em Porto Alegre, tão à vontade quanto Rosemary Noronha num voo noturno do Aerolula. Caprichando na pose da supergerente que chegou de trem-bala para passear de barco nas águas já transpostas do Rio São Francisco, a candidata à reeleição inaugurou uma fábrica que não construiu, jurou em comícios disfarçados de entrevistas que não está em campanha e, antes de seguir viagem, decidiu dar conselhos aos interessados em tomar-lhe o emprego.
“Acredito que, para as pessoas que querem concorrer ao cargo, elas têm de se preparar, estudar muito, ver quais são os problemas do Brasil”, ensinou. Um Leonel Brizola teria retrucado que, se os demais pretendentes precisam estudar para melhorar a cabeça, a cabeça de Dilma é que precisa ser estudada antes que fique ainda pior. É coisa para uma junta de especialistas. É um caso clínico e tanto (e, como a ciência não para de avançar, pode até ter cura). Os líderes da oposição oficial, sempre cavalheirescos, limitaram-se a murmurar algumas ressalvas e esquecer a provocação grosseira.

A falta de contragolpes vigorosos ajuda a entender o crescente atrevimento da governante à caça do segundo mandato. Nesta terça-feira, Dilma apareceu em Vitória da Conquista, na Bahia, para entregar aos eleitores 1.740 casas populares. O lote incluiu mais de mil moradias sem água e sem luz. Até agora, os adversários não pareceram indignados com outro monumento ao cinismo. Devem achar que não se deve bater em mulher nem com palavras. Podem acabar apanhando do vasto exército de eleitores que desistiu de acompanhar generais que não combatem.

Editorial O Estadão - Dilma e seu tripé de fantasia.

Imagem retirada da internet, link aqui
Dilma e seu tripé de fantasia- Editorial O Estadão.
Contra todos os fatos e evidências bem conhecidos no Brasil e no exterior, a presidente Dilma Rousseff negou haver abandonado o tripé da estabilidade econômica – as metas de inflação, a busca do equilíbrio das contas públicas e o regime de câmbio flutuante. Talvez a declaração, embora obviamente falsa, tenha sido feita de boa-fé, por desconhecimento do sentido próprio das palavras e dos fatos.
Segundo a presidente, a inflação tem ficado na meta e está sob controle, assim como as contas públicas. Só pessoas extremamente desinformadas poderiam levar a sério esse discurso.
A presidente abusa das palavras – talvez por inocência, convém admitir – ao falar sobre a inflação sob controle e “dentro da meta”. A meta é obviamente 4,5% e é esse o conceito usado pelo Banco Central (BC). A margem de dois pontos para mais ou para menos é apenas um espaço de tolerância, para ser usado em circunstâncias excepcionais. A inflação nunca esteve na meta, na gestão da presidente Dilma Rousseff, e ficará longe desse ponto ainda por uns dois anos, segundo projeções das autoridades monetárias.
Classificar como “sob controle” uma inflação anual na faixa de 5,8% a 6% ou é um sinal de absoluta desinformação ou configura uma tentativa bisonha de enfeitar um cenário muito feio. Não é fácil de escolher uma das duas possíveis explicações.
A defesa da política fiscal é igualmente inepta e chega a ser quase cômica. Os resultados fiscais, muito magros e cada vez piores, só têm sido alcançados com a participação crescente de dividendos pagos por estatais e com o recurso a truques contábeis conhecidos no Brasil e no exterior. Neste ano, prêmios pagos por empresas interessadas na exploração do pré-sal devem fortalecer o caixa do governo. Há meses a equipe econômica vem listando essa receita em suas projeções, numa demonstração de quase desespero diante da piora constante das contas públicas.
Além disso, mesmo os pífios resultados fiscais só têm sido apresentados, nos relatórios do governo, graças à famigerada contabilidade criativa, conhecida e tratada como tema de piada dentro e fora do País. Talvez a presidente seja pouco informada sobre esses detalhes. Ou talvez considere os comentários sobre o assunto meras demonstrações de má vontade e de pessimismo “adversativo”. Expressões como essa indicam formas peculiares de perceber e de avaliar o mundo.
A dívida bruta do setor público é também um claro indicador de uma política fiscal perigosa. Pelos cálculos do Fundo Monetário Internacional, a dívida pública brasileira está na faixa de 68% do Produto Interno Bruto (PIB), quase o dobro da média dos emergentes, em torno de 35%. Pelas contas oficiais brasileiras, a proporção é da ordem de 58% do PIB. Por qualquer critério, a situação é menos segura que a dos países da mesma categoria econômica.
Somados os principais componentes do quadro, o Brasil apresenta inflação mais alta, endividamento público maior e crescimento econômico menor que aqueles apresentados por muitos países emergentes e em desenvolvimento.

11 de out de 2013

Ademocrático. Escrito por Cecília Maria Vidigal Ferreira.


Figura retirada da internet, link aqui.

Li esse texto em um jornal local, após a leitura disse para mim mesmo: -Simplicidade aliada a uma perspicácia tremenda, visceral, tenho que pedir autorização para reproduzi-lo. O fiz via Facebook, e sua autora gentilmente respondeu autorizando a reprodução. Sorte nossa!

A vida está cheia de "Josés" pessoas que acreditam em seus ideais mas são compelidas a continuarem como estão face a quantidade enorme de aborrecimentos que teriam que enfrentar se autênticas fossem o tempo todo. Por outro lado, talvez, nem seja a questão de ser autêntico, mas de convencer os outros o quanto esperamos que eles façam por nós o que por lógica É NOSSO DIREITO. Confesso! Sou mais um "José". Prometo que vou acordar Cecília, prometo...

Sobre a autora: Membro da UBE e da Academia Araçatubense de Letras. Licenciada em Artes Plásticas (FEBASP), Bacharel em Jornalismo, e pós-graduada em Linguagem e Comunicação (UniToledo). Cronista da Folha da Região. Autora dos livros de poemas: Instantâneos (Massao Ohno); e Vinhos (Nankin); Editora e Revisora, com prazer e orgulho.)
O Negrito no texto foi por mim colocado.
Ademocrático

Um rapazote, no distante país Faz de Conta, abre o caderno pleno de páginas por escrever. A professora quer que alunos criem palavra nova, que não se ache no dicionário e que em crônica faça sentido. 

José começa: Era uma vez um governo democ... 

Democrático? Não. Nessa onda de nada gerenciar, nada organizar e por nada ser responsável o termo “democrático” não fica aquém, nem além porque simplesmente nada representa, não cabe. Ademocrático é melhor.

Porque o antidemocrático se opõe à democracia, mas ademocrático é aquele que não vai contra, nem a favor. Muito pelo contrário. Meio que em cima de muros, detrás de máscaras, apaniguado sob siglas raivosas, equilibrado sobre gente com preço. 

Imagina-se a defender o texto: Profa, quero dizer ademocraticamente usurpadores. Usurpadores de quê, moleque? Uai, profa, da moral, do desenvolvimento, segurança, saúde, infraestrutura... Tipo: ademocrático, o governo que paga pouco, porém adiantado, pelo aluguel de pessoas-base que comprometerão o futuro de todos. 
Bela definição! 

José se anima e desenha o título da redação: O Barato Sai Caro. Segue desenhando pensares: Era uma vez uma ademocracia estática feito lixo tóxico, que de parada purgava quilos de podridão a encharcar os solos, e o sê-lo de cada ser, dia e noite impregnando entornos num lento escoar de azedos chorumes por nascentes, rios, mares... 

José, pesquisa. Navega e lê que em países evoluídos poluir águas ou terras resulta em pesadas multas. Em seu país a multa existe, mas dado que certa empresa do Governo Federal polui o mesmo rio há anos sem nunca tomar a mais mínima providência, não funciona. Descobre que em Faz de Conta navios chegam trazendo muitos contêineres de lixo tóxico vindos de terras ricas e suas indústrias altamente poluentes. Como entrariam sem encontrar autoridades corruptas com facilidade? Deve ser porque aos países cumpridores da lei o mais barato é pagar o transporte e comprar os corruptos de países nada sérios. 

José segue clicando. Uma página eletrônica após outra garante: lixo tóxico é sinônimo de câncer e envenenamentos. E porque povo estudado produz políticos cultos, países ricos não envenenam a própria terra. Assim os altamente industrializados podem e querem pagar para descartar seus resíduos sólidos onde a corrupção brotar mais fácil que a soja.

Então em Faz de Conta acontece uma propaganda para convencer o povo de que lixo é riqueza. E mesmo sabendo que nenhuma lei os levará à cadeia, buscam modificar a lei dos resíduos sólidos porque é mais barato e menos desgastante para a imagem pública evitar os longos julgamentos. 

Quem tem cargo sem consciência não se importa se o que virá serão embalagens cheias de restos de agrotóxicos, de produtos radioativos em decomposição, de lixo hospitalar altamente contaminado e outras velhacarias. Porque não nos enviarão recicláveis, claro! E quem envia, sem querer, ou talvez querendo, mata dois coelhos de uma só cajadada: livra-se dos dejetos e acaba com a concorrência do país do futuro. 

Faz de Conta ainda não se ajoelhou, chapéu na mão, morto de fome, no fundo do poço para achar que lixo é luxo, escreve José em sua indignação para com os ademocratas e suas putrefações contaminantes. Se ninguém contiver a ganância pública o povo morrerá à míngua no mais lento condenar. Talvez não os filhos, mas com certeza os netos e bisnetos da nação.

De repente José cai em si, e se a professora, tão subjugada ao sistema, der nota baixa só por discordar? Tanto professor coerente no mundo, fui cair com essa, suspira José. 

Um luto de viver penetra nosso quase herói. Acomodando as entranhas, José toma da borracha e reescreve o título de sua redação a fim de cavar outro inútil enquadrante dez: Minhas Férias.

Tanta gente no mundo! Que lutem por mim, conclui ademocraticamente.




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