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29 de jan de 2012

Em que posso ajudá-lo?





Quando falamos em serviço público, vem na mente mau atendimento, descaso, indiferença, falta de comprometimento. Não levamos em conta o fator humano, generalizamos, pois achamos que TODO funcionário público (de qualquer esfera) segue os moldes da administração pública.

Bem entendido que não trato aqui da administração como “cabeça do negócio”, da gerência melhor dizendo, mas sim da relação entidade pública com o cidadão comum.

Tenho sempre um “causo” para contar. Não sei se eles me perseguem, ou sou por demais sortudo, pois via de regra ele viram postagens.

Terça feira levei um parente ao pronto socorro local. Estava cheio de gente, afinal, tratava-se do pronto socorro central, muitas pessoas da cidade preferem dirigir-se até lá atrás de um atendimento melhor, com mais recursos.

Para mim, como visitante, o ambiente hospitalar não é nada agradável, já o paciente imagino que  tenha outra perspectiva.

É criança que chora, é facada, marmanjo que chega “quebrado”, ou “travado” e por aí vai...

Esse tem um aspecto melhor, foi recentemente reformado, equipado com TV, ventiladores, tem até uma pequena revistaria. Na minha longa espera, pois o paciente tem problemas cardíacos e nesses casos o atendimento é sempre mais demorado, uma funcionária das várias que observei na correria comum ao ambiente, chamou a minha atenção.

Ela estava ao lado de outra, mal humorada, de cara fechada, e de pouquíssimas palavras.
Ela aparentava ter uns 35 ou 38 anos, nissei, sorridente atendia a todos com um receptivo “boa noite! Pois não! Em que posso ajudá-lo!”

Dá para imaginar um funcionário público num pronto socorro entulhado de gente perguntando: “Em que posso ajudá-lo?”

Fiquei discretamente observando-a por longos minutos, até que tomei coragem e dirigi-me ao balcão de atendimento e começei a conversar com ela:

- Olá tudo bem?
-Tudo e o senhor?
-Vou bem também! Estava te observando!
-Quem eu? Porque? Ela Sorriu!
-Você é recém contratada não é?
-Ela riu e afirmou positivamente que sim, há exatos 3 meses.
-Mas, porque o senhor está me perguntando isso?
-Só pela forma como você atende às pessoas.
-Ah o senhor sabe né... As pessoas já vem doentes, com dores... não podemos ignorar isso, devemos  atendê-las bem, para que não se sintam pior e além do mais EU as atendo como gostaria de ser atendida!
 -Você está correta! Disse-lhe. Mas ainda assim poderia agir diferente, eu com certeza não a notaria, mas já o paciente que passar pelo seu atendimento com certeza lembrará de você. Bom Trabalho!
- Obrigado! Tenha uma boa noite senhor!

Terminei aí o breve diálogo, pois percebi que poderia estar atrapalhando o seu trabalho.
Voltei para onde estava, e fiquei pensando: Não são todos que pensam assim como aquela jovem senhora, e também não saberia dizer se a conduta dela mudará daqui há alguns anos quando estiver finalmente efetivada (pois está no estágio probatório), mas que bom seria se em todos os lugares que fossemos atendidos as pessoas se dispuséssem apenas a fazer aquilo para o qual são pagas. 

Atender bem, com solicitude e principalmente com interesse pelo problema do outro. Não falo de nada sentimentalóide não, nada disso! Interesse, vontade em ajudar e  principalmente a boa e velha educação.

Quanto já sofri com esses burocratas revoltados que escondem-se atrás do seu cargo e infestam as nossas inúmeras repartições públicas só para conseguir um mísero carimbo, um visto. Quantos “bom dia” e “boa tarde” sem resposta...

Não pensem que sou muito delicado ou sentimental não, muito pelo contrário, mas respeito sempre tive de sobra. Aliás respeito é o mínimo que a gente espera de quem está do outro lado do balcão. Alguns desses burocratas protegem-se atrás  repugnante cartaz que infesta as repartições públicas:

 Art. 331 desacatar funcionário público...

Quem fez a diferença naquela noite? A funcionária? Ou o sistema?

Talvez quem sabe uma nova geração de profissionais realmente gabaritados e preparados estejam surgindo e integrando o quadro do funcionalismo e trazendo consigo e para dentro das instituições esse preparo. Quem sabe ainda, num futuro próximo  tudo isso seja comum e não tenhamos mais tempo para observar quem atende bem ou mal. Quem sabe...


22 de jan de 2012

A Lua dos Enamorados. A quatro mãos!


Imagem retirada da internet.

Quando visitei o blog dela pela primeira vez, li um  texto muito interessante e engraçado e pensei: Essa é “porreta”; vou segui-la. 
Na ocasião ela falava sobre a classe que comandava e sobre alguns “anjinhos” que como professora cuidava.

Muitas e muitas postagens e comentários depois nos tornamos grandes amigos virtuais. 
Recentemente vi em uma postagem no blog dela, onde convida o visitante  a sugerir temas para que fossem escritos por ela. Pensei: Vou convidá-la para uma parceria, uma “escrivinhação” a quatro mãos! Tinha uma parte do texto abaixo, e sabia que deveria ser terminado por uma alma feminina sensível e coerente.

Relutei no início, pois não sabia qual seria a reação frente a proposta. Apesar de sempre transparecer ser uma pessoa firme, mas meiga, dócil, mas às vezes “brava” tomei coragem e fiz a proposta.  

A primeira parte é minha, a segunda da minha grande amiga Maria Tereza Marçal Cardoso do blog Pimenta e Poesia então, ficou assim:

15 de jan de 2012

As redes sociais devem ser usadas para a propaganda política?


Não podemos nos esquecer!

Alguns orgãos da imprensa local vem trazendo em suas manchetes, que candidatos a disputa de cargos políticos vem utilizando as redes sociais para divulgar suas candidaturas e que isso, de acordo com a Lei eleitoral n: 9.504/97  e em alguns casos o artigo 37 da Constituição Federal configura-se crime eleitoral.

O crime em questão seria a propaganda eleitoral antecipada, que segundo o jornal vem sendo veiculada por correligionários nas redes sociais e isso, bem como a propaganda mesmo só poderá ser feita apartir de Julho/2012. Abaixo transcrevo parte da resolução 23.341do TSE – que refere-se ao Calendário Eleitoral de 2012.


6 de julho – sexta-feira

1. Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral (Lei nº 9.504/97, art. 36, caput).
2. Data a partir da qual os candidatos, os partidos ou as coligações podem fazer funcionar, das 8 às 22 horas, alto-falantes ou amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos (Lei nº 9.504/97, art. 39, § 3º).
3. Data a partir da qual os candidatos, os partidos políticos e as coligações poderão realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, das 8 às 24 horas (Lei no 9.504/97, art. 39, § 4o).
4. Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral na internet, vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga (Lei nº 9.504/97, art. 57-A e art. 57-C, caput).
Fonte: RESOLUÇÃO Nº 23.341. INSTRUÇÃO Nº 933-81.2011.6.00.0000 – CLASSE 19 – BRASÍLIA –DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Calendário Eleitoral Eleições de 2012.

O legislador na maioria das vezes tem boa intenção quando cria uma lei, se bem que em alguns casos melhor seria não tê-la criado. Pois comumente algumas delas se transformam em chacota, ou então algo que as pessoas não respeitam. Mais recentemente o caso da "lei seca".

Estou enganado ou o político quando na gestão da coisa pública utiliza-se da máquina para fazer propaganda o tempo todo? Pois se o faz agora antecipadamente, apesar de ser legal e moralmente incorreto ao meu ver, apenas continua a exercitar a política. Por isso, acredito que a Lei seja em alguns casos desrespeitada e por isso encarada por alguns como letra morta.

3 de jan de 2012

Como brasileiro, o que você acha de ser a 6a.economia mundial ??




Imagem fonte: O Estado de São Paulo – Blog Celso Ming – Ficou maior e daí? http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2011/12/26/3452/


Tenho ouvido falar e lido a respeito do foguetório que certos veículos da imprensa nacional têm feito pelo fato do Brasil ter assumido a sexta posição entra as maiores economias do mundo (em relação ao PIB). 

Como brasileiro, devo admitir que me sinto satisfeito, feliz, afinal o que mais quero é que os “demais senhores” do  mundo respeitem esse povo, essa nação.

Guido Mântega, com uma sobriedade e serenidade inglesas, brilhantemente eliminou a possibilidade de especulações e de forma técnica falou algo que nós brasileiros (agora, de ego inflado) ainda não prestamos a devida atenção como deveríamos, entre outras coisas o senhor ministro da fazenda em entrevista à Agência Estado afirmou:

“...o ministro ponderou, no entanto, que o Brasil poderá demorar de 10 a 20 anos para fazer com que o cidadão brasileiro tenha um padrão de vida semelhante ao europeu”.

“Mantega disse que o País ainda precisa investir mais nas áreas social e econômica. "Isso significa que nós vamos ter continuar crescendo mais do que esses países, aumentar o emprego e a renda da população. Nós temos um grande desafio pela frente...",


Se fosse um pouco mais populista, ou  menos técnico e mais propenso a ceder aos apelos da máquina governamental de propaganda, talvez iniciasse a frase assim;

-“Nunca antes na história deste pais...”

Tomei emprestado parte do raciocínio lógico do senhor ministro, inteligente como é. Sem dúvida ele merece ocupar a posição em que está.

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